domingo, 28 de setembro de 2008

Um post pessoal e fora da rotina.

Existem certas coisas que a gente aprende com o passar do tempo.Tempo esse que pode ser tanto curto, quanto longo, e ás vezes em demasia.Ou aprendemos quebrando a cara, ou aprendemos pelo conforto.Se livrar de um vício como a tecnologia, pode ser, visto pelos olhos de quem passa o dia inteiro com ela ao redor, um absurdo impossível para chegar ao ponto de não mais precisar da mesma para sentir uma paz ilusória.Deixar de lado, todas as invenções pelas quais nos fizeram utilizar e criar um vinculo confortavel, é sim, algo impossível e delicadamente perigoso.Imagine, em pleno século XXI, você não saber o que se passa no mundo.Fato esse que por um lado seria até que bom, já que nosso país vive cercado pelo lixo da dependencia economica e social sob os que ganham mais capital.Sendo assim, me torno hoje a pessoa que tenta se livrar do tal capitalismo, dos tais vícios economicos e políticos, e de certa forma da tecnologia, principalmente aquela transmitida por computadores e banda larga.Me limito a jornais tanto visuais, quanto escritos, a livros ficticios e até os de auto ajuda. A bulas de remedios, e a estudos estudantis. Procure fazer o mesmo. Naquela primeira semana é algo quase que insuportavel, observar a sua tela e o seu modem olhando para você, te seduzindo com o seu, me use que eu faço bem. Não se engane assim como tambem não se deixe levar pelo sensacionalismo televisual. Escute uma boa música, e se dedique aos estudos. No futuro que pode ser daqui a 20, 30 anos, como tambem pode ser o amanha do dia 29/09 e assim sucessivamente, você verá e entenderá tamanha futilidade que esta maquina te passa. Como diz meu professor, e meu espelho daqui a 15 anos, utilize a maquina para estudos, para trabalho, para coisas que realmente façam sentido. Então venho lhes dizer que livro-me desse vício, como se ele nunca me pertencesse, e nem ao menos existisse. Como diz a querida obra machadiana, ' Ao vencedor, as batatas ' . E sabe que eu gosto mesmo de batatas.Mas não, não gosto de auto ajuda induzida, e o meu final de texto foi uma esupida comedora de mentes. Assim peço minhas desculpas, como peço tambem para que não leiam esse texto. São pensamentos soltos e nada mais. Me retiro daqui sem um pingo de vontade de ficar mais. Meu dedo encosta no estabilizador, e minha mão retira todos os cabos ligados a internet. E para os que ficam espero mesmo que fiquem bem aqui.