Pra que passar sua vida inteira ou pelo menos parte dela acreditando em uma coisa da nossa kbeça, um sentimento criado por nós mesmos apenas para preencher um vazio.
Achamos q esse vazio será preenchido por alguém especial, esse alguém q na verdade não existe.Esse vazio tem q ser preenchido por nós.
Mas essa procura insignificante por alguém leva nossa vida inteira para simplesmente irmos embora e tudo q foi construído ficar para trás.
T amo!uma palavra simples que dizemos em vão apenas para nos sentirmos bem e pensar que esse vazio esta se preenchendo.
Pura ilusão!
Ilusão outra palavra q simplesmente resume nossa vida
Pare e pense na sua vida...Você é só mais uma no meio de muitas q não faz diferença nem uma, mas faz diferença pra quem realmente t ama
Quem t ama?
Difícil pergunta, mais para muitos fácil de responder.
Amor um sentimento ou um enigma?
Não estamos aqui por acaso... ;)
sábado, 31 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Um dia, um pequenino ser com dispositivos voadores - um par deles - com um cobertor de penas ao seu redor, bem colorido, bem puro e bem inocente me disse: na vida, há pessoas e pessoas, aquelas que você leva pra tomar um chá na sua casa na fazenda dstante de tudo e todos, relembrando os 30 anos passados, e aquelas que você leva pra sua casinha universitária pra tomar um café gelado do outro dia por 15 minutos, e no máximo isso.
Mas, o pequenino voador esqueceu de me contar, que não importa o que houver, não importa a distancia de palavras soltas que saem da boca e nao alcançam meu ouvido, não importa o simples gesto de um abraço corrido e um tanto quanto folgado, não importa uma simples conversa profissional e só, aquelas que tricotaram comigo, nunca serão esquecidas, e as memórias e atos, nunca serão mudados, não importa o tempo, a distancia de alguns passos, o pouco caso de alguns dias, as lagrimas de outro. Não importa. Porque essas algumas e raras pessoas, sempre estarão aqui, comigo, aonde quer que eu vá.
Num sonho distante, num deja vu, num reflexo, na pasta minhas imagens, nos trabalhos de escola que sempre vão pro lixo, na música que entra tão longe por dentre os timpanos.
Nenhum passarinho me disse, mas eu descobri em um montante de 135000 dias, ou um pouco mais, que um esquilinho é um ser tão doce e inofensivo, e que esta sempre ali pra dividir a sua noz. Mas tambem é tão fragil, que não pede um abraço, e apenas espera pra que ele venha de bom grado. Tão espontâneo que da pulos de alegria apenas por encontrar um abrigo confortável e seguro em palavras fora de ordem, mas que saem de uma boca calma e amiga. E tão, mas tão lindo que vê nos olhos de cada um, a pureza e a alegria que cada um pode lhe dar.
Nenhum passarinho me disse, nem mesmo algum esquelinho. Mas nesses tantos dias passados, eu descobri que um caranguejo tem presas pra se defender de todos que lhe desejam mal, mesmo esses raros seres tolos, nunca consigam tal proeza, porque essa pequena aqui que escreve vai estar ali. Para proteger, e para ser um porto seguro. Mas mesmo sabendo que suas presas de nada servem porque a necessidade da mesma nao vem ao caso, ela as guarda, para defender aos outros que precisam. Um caranguejo é tão vermelinho, e traz em si a paixão de entrar no meio de infinitas areias, para achar o melhor caminho, e mostrar a todos que o seguem. Porque esse caranguejo, comporta a harmonia em seu pequeno coração. E suas presas, nada machucam quando aquele abraço apertado lhe é dado. e seus olhinhos em cima da cabeça, servem para ver o além, o certo e o errado, o futuro, o que nos resta, o momento que a esperança aparece, a alegria, e todas as cores de todas as nações.
Eu sei, e não descobri, porque já nasceu comigo, que tanto o esquilo, quanto o caranguejo, são inofensivos para mim, e fazem uma falta tão grande nesse coração mediocre, que a unica coisa que resta é escrever. E são tão iguais por fora, mas tão diferentes na alma, que e meus olhos, eu apenas vejo uma doçura digna de aplausos futuros, abraços passados, e lembranças presentes. E a cada dia que olho pra trás, libero um suspiro e digo, a como amar vocês vale a pena, e como eu quero que isso dure, até os dias em que eu estiver com cabelos brancos e um olhar cansado. E contar para os netos que .. um dia na minha vida, eu entrei na escola, e uma garota não me deu oi... um dia eu entrei na escola e uma garota disse que gostava do sawyer como eu... um dia quando o meu 3º ano acabou, vi o sucesso de duas garotas e aplaudi. E que agora, meu netinho, essas duas garotas estão vindo aqui tomar um chá e relembrar que o ultimo dia de aula, foi recheado de lagrima, de saudade, de alegria, e de uma certeza, que eu ainda as veria.
~~ sem mais.
Mas, o pequenino voador esqueceu de me contar, que não importa o que houver, não importa a distancia de palavras soltas que saem da boca e nao alcançam meu ouvido, não importa o simples gesto de um abraço corrido e um tanto quanto folgado, não importa uma simples conversa profissional e só, aquelas que tricotaram comigo, nunca serão esquecidas, e as memórias e atos, nunca serão mudados, não importa o tempo, a distancia de alguns passos, o pouco caso de alguns dias, as lagrimas de outro. Não importa. Porque essas algumas e raras pessoas, sempre estarão aqui, comigo, aonde quer que eu vá.
Num sonho distante, num deja vu, num reflexo, na pasta minhas imagens, nos trabalhos de escola que sempre vão pro lixo, na música que entra tão longe por dentre os timpanos.
Nenhum passarinho me disse, mas eu descobri em um montante de 135000 dias, ou um pouco mais, que um esquilinho é um ser tão doce e inofensivo, e que esta sempre ali pra dividir a sua noz. Mas tambem é tão fragil, que não pede um abraço, e apenas espera pra que ele venha de bom grado. Tão espontâneo que da pulos de alegria apenas por encontrar um abrigo confortável e seguro em palavras fora de ordem, mas que saem de uma boca calma e amiga. E tão, mas tão lindo que vê nos olhos de cada um, a pureza e a alegria que cada um pode lhe dar.
Nenhum passarinho me disse, nem mesmo algum esquelinho. Mas nesses tantos dias passados, eu descobri que um caranguejo tem presas pra se defender de todos que lhe desejam mal, mesmo esses raros seres tolos, nunca consigam tal proeza, porque essa pequena aqui que escreve vai estar ali. Para proteger, e para ser um porto seguro. Mas mesmo sabendo que suas presas de nada servem porque a necessidade da mesma nao vem ao caso, ela as guarda, para defender aos outros que precisam. Um caranguejo é tão vermelinho, e traz em si a paixão de entrar no meio de infinitas areias, para achar o melhor caminho, e mostrar a todos que o seguem. Porque esse caranguejo, comporta a harmonia em seu pequeno coração. E suas presas, nada machucam quando aquele abraço apertado lhe é dado. e seus olhinhos em cima da cabeça, servem para ver o além, o certo e o errado, o futuro, o que nos resta, o momento que a esperança aparece, a alegria, e todas as cores de todas as nações.
Eu sei, e não descobri, porque já nasceu comigo, que tanto o esquilo, quanto o caranguejo, são inofensivos para mim, e fazem uma falta tão grande nesse coração mediocre, que a unica coisa que resta é escrever. E são tão iguais por fora, mas tão diferentes na alma, que e meus olhos, eu apenas vejo uma doçura digna de aplausos futuros, abraços passados, e lembranças presentes. E a cada dia que olho pra trás, libero um suspiro e digo, a como amar vocês vale a pena, e como eu quero que isso dure, até os dias em que eu estiver com cabelos brancos e um olhar cansado. E contar para os netos que .. um dia na minha vida, eu entrei na escola, e uma garota não me deu oi... um dia eu entrei na escola e uma garota disse que gostava do sawyer como eu... um dia quando o meu 3º ano acabou, vi o sucesso de duas garotas e aplaudi. E que agora, meu netinho, essas duas garotas estão vindo aqui tomar um chá e relembrar que o ultimo dia de aula, foi recheado de lagrima, de saudade, de alegria, e de uma certeza, que eu ainda as veria.
~~ sem mais.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Antes de mais nada, a Mari só posta aqui de final de semana, quando ela tem tempo suficiente e não tão precioso assim, pra escrever. Ao contrario de mim, que não tenho nenhum tempo precioso, todos os dias da semana, o final de semana tambem, e todos os feriados, atpe o fim do ano provavelmente. Depois vem a epoca da mudança e da distancia, e da cara nas folhas seguras em capa dura. Aí sim, a Mari toma conta disso aqui quando eu não estiver :D E eu sei que vao estar em boas mãos.
Definitivamente hoje eu vou escrever, e muuito. E creio profundamente que ninguem vai ler isto aqui porque são apenas letras embutidas na desordem de frases, orações e paragrafos mal feitos. Mas quem liga não é mesmo? Quem vai ligar pra um mundo de formas conhecidas para poucos que juntas formam uma boa leitura, ou uma pessima, julgue como quiser. Eu não leio comentarios, eu nao sigo pretensões alheias, e não vivo bisbilhotando o mundo único e onirico de cada um. Quem vai ligar para isso, se não ligam para o proprio individuo ao lado, que sendo o mesmo de sempre, se inibe buscando o bem geral e maior. Tolo individuo que quer ver o bem dos outro e não o seu, que é mais importante.
Atualmente eu moro na cidade do caos, cidade caotica, cidade sem ar, cidade onde ninguem respira, ninguem se olha, ninguem se ve, ninguem age como quer, ninguem ajuda, ninguem e ninguem mesmo tem compaixão. E não sou egoista de dizer que apenas essa pequena escritora aprendiz tem essa compaixão, porque antigamente, ela estava impregnada em mim.
Eu estou em um lugar onde todos olham, comentam, e julgam, mas nenhum desses observadores são capazes de ver o que se passa por entre o caos intenso e digno de loucura. Nenhum observador é capaz de sentir o passado como ele sempre vai ser. O reflexo do que já foi e pelo obvio que continua a ser.
Ninguem da a minima. São todos filhos dotados e frieza, e carater unico que se modificam a cada dia. São sorrisos secos, frses pontuadas desonestamente, atitudes nem um pouco comeventes. E o que faz acabar, é que ninguem percebe, todos estão presos na cegueira branca, vinda dos olhos que não querem, isso mesmo, não querem ver o que se passa em seus olhos. E eu me sinto a unica observadora. Mas em um mundo de cego, nesse contexto visto ate aqui, quem tem olho é um mísero ser diferente dos outros, e visto por assim dizer, por uma cegueira branca indiferente e infiel.
E sobre isso, eu não comento mais. Esse foi o ultimo da sociedade, dos que me cercam, da pequena cidade cinza que agora é branca coberta pela tinta branca. E que sja como nos livros. Que eles abram os olhos, mas não quando a loucura subir por entre ruas e casas abandonadas.
-- E tenho dito.
Definitivamente hoje eu vou escrever, e muuito. E creio profundamente que ninguem vai ler isto aqui porque são apenas letras embutidas na desordem de frases, orações e paragrafos mal feitos. Mas quem liga não é mesmo? Quem vai ligar pra um mundo de formas conhecidas para poucos que juntas formam uma boa leitura, ou uma pessima, julgue como quiser. Eu não leio comentarios, eu nao sigo pretensões alheias, e não vivo bisbilhotando o mundo único e onirico de cada um. Quem vai ligar para isso, se não ligam para o proprio individuo ao lado, que sendo o mesmo de sempre, se inibe buscando o bem geral e maior. Tolo individuo que quer ver o bem dos outro e não o seu, que é mais importante.
Atualmente eu moro na cidade do caos, cidade caotica, cidade sem ar, cidade onde ninguem respira, ninguem se olha, ninguem se ve, ninguem age como quer, ninguem ajuda, ninguem e ninguem mesmo tem compaixão. E não sou egoista de dizer que apenas essa pequena escritora aprendiz tem essa compaixão, porque antigamente, ela estava impregnada em mim.
Eu estou em um lugar onde todos olham, comentam, e julgam, mas nenhum desses observadores são capazes de ver o que se passa por entre o caos intenso e digno de loucura. Nenhum observador é capaz de sentir o passado como ele sempre vai ser. O reflexo do que já foi e pelo obvio que continua a ser.
Ninguem da a minima. São todos filhos dotados e frieza, e carater unico que se modificam a cada dia. São sorrisos secos, frses pontuadas desonestamente, atitudes nem um pouco comeventes. E o que faz acabar, é que ninguem percebe, todos estão presos na cegueira branca, vinda dos olhos que não querem, isso mesmo, não querem ver o que se passa em seus olhos. E eu me sinto a unica observadora. Mas em um mundo de cego, nesse contexto visto ate aqui, quem tem olho é um mísero ser diferente dos outros, e visto por assim dizer, por uma cegueira branca indiferente e infiel.
E sobre isso, eu não comento mais. Esse foi o ultimo da sociedade, dos que me cercam, da pequena cidade cinza que agora é branca coberta pela tinta branca. E que sja como nos livros. Que eles abram os olhos, mas não quando a loucura subir por entre ruas e casas abandonadas.
-- E tenho dito.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Hoje eu nem tenho o que colocar nesse singelo site de internet que nem
é tão complexo assim.
Minha cabeça ta tão vazia, a não ser pelo sangue que luta pra correr
por entre as veias, o que me causa uma dor, no mínimo irritante.
Mas, logo menos eu tomo um composto químico, benefico pra saúde,
que vai melhorar, até a hora que eu dormir, e mesmo se não passar
eu não vou senti-la ao decorrer das horas, porque com certeza eu pegarei no sono
tao profundo, aquele que tenho nos braços de orfeu, ou morfeu, ou forfeu, ou que seja
por que do nome nao me recordo.
Textos sem acentos é assim mesmo, porque a distância é tão pequena de uma tecla a outra,
mas hoje eu evito a fadiga. E até hoje espero alguem me dizer o que é fadiga. Deve ser algo relacionado a preguiça ou esforço. Quem sabe ?
Sabe, eu quis tanto ajudar as pequenas pessoas que não veem esperança alguma na vida, e até que enfim eu consegui, ou pelo menos vou ver se sim ou se não.
Como afirmei, nem que parta somente de mim, eu quero ver mudança, e espero transmitir a todos. E que meu esforço passe de 30 horas. E dure ate onde eu conseguir, porque ainda tenho que ver a esperanças e o sorriso atraves dos olhos daqueles animais presos por apenas sonhar com uma vida tão melhor, mas tão falsa e simploria .
Hoje eu to sem coragem, e o pouco caso das pessoas, me desmotiva, mas mesmo assim, meus dedos não param nem por um segundo.
São muitas ideias ao mesmo tempo, o que me faz digitar e digitar, um texto sem nexo e sem fim, e eu acho que isso tambem pode ser o motivo da dor de cabeça.
~~ sem mais.
' ... como se tudo fosse apenas jogo (8) '
é tão complexo assim.
Minha cabeça ta tão vazia, a não ser pelo sangue que luta pra correr
por entre as veias, o que me causa uma dor, no mínimo irritante.
Mas, logo menos eu tomo um composto químico, benefico pra saúde,
que vai melhorar, até a hora que eu dormir, e mesmo se não passar
eu não vou senti-la ao decorrer das horas, porque com certeza eu pegarei no sono
tao profundo, aquele que tenho nos braços de orfeu, ou morfeu, ou forfeu, ou que seja
por que do nome nao me recordo.
Textos sem acentos é assim mesmo, porque a distância é tão pequena de uma tecla a outra,
mas hoje eu evito a fadiga. E até hoje espero alguem me dizer o que é fadiga. Deve ser algo relacionado a preguiça ou esforço. Quem sabe ?
Sabe, eu quis tanto ajudar as pequenas pessoas que não veem esperança alguma na vida, e até que enfim eu consegui, ou pelo menos vou ver se sim ou se não.
Como afirmei, nem que parta somente de mim, eu quero ver mudança, e espero transmitir a todos. E que meu esforço passe de 30 horas. E dure ate onde eu conseguir, porque ainda tenho que ver a esperanças e o sorriso atraves dos olhos daqueles animais presos por apenas sonhar com uma vida tão melhor, mas tão falsa e simploria .
Hoje eu to sem coragem, e o pouco caso das pessoas, me desmotiva, mas mesmo assim, meus dedos não param nem por um segundo.
São muitas ideias ao mesmo tempo, o que me faz digitar e digitar, um texto sem nexo e sem fim, e eu acho que isso tambem pode ser o motivo da dor de cabeça.
~~ sem mais.
' ... como se tudo fosse apenas jogo (8) '
domingo, 25 de maio de 2008
Se o mundo fosse tão colorido como todas as flores que eu tenho em meu jardim,
talvez não houvesse mágoa e desordem no coraçã de tooodos.
São Paulo é definitivamente a cidade de rostos frios e secos, ocos por dentro,
com expressões que não são dignas de aplausos.
São apenas estimulos nervosos ao cerebro que dizem quando sorrir, quando chorar,
mas na verdade não há sentimentos.
Eu ando por ai com o simples propósito de achar algo ou alguem
que tenha esse sorisso sincero, um abraço que diz, ' hey eu estou aqui quando
você precisar de qualquer coisa '
Eu ando na noite e vejo uma cidade cinza, não azul como a propria cor do céu
esperando o sol se por, não rosa como no mundo de todas as crianças que acreditam
no que lhes é posto na cabeça. Mas eu acredito que nesta cidade tão cinza exista o coelho
saltitante que traz meus ovos de pascoa.
E que fique claro que este texto é uma tremenda desordem. Oco, cinza, sem cor nem vida. Sem nenhum nexo, porque eu vivo em São Paulo, e meu coelho já saltitou para outro lugar,
e aqui ja nao é mais cinza, é um azul bem claro , esperando uma mancha de tinta maior
que o de cor .
sem maais ~~*
A Mariana é outra autora, porque não há dialogo com apenas uma pessoa,
muito menos motivação para escrever.
No matter what, make a difference ! ;)
talvez não houvesse mágoa e desordem no coraçã de tooodos.
São Paulo é definitivamente a cidade de rostos frios e secos, ocos por dentro,
com expressões que não são dignas de aplausos.
São apenas estimulos nervosos ao cerebro que dizem quando sorrir, quando chorar,
mas na verdade não há sentimentos.
Eu ando por ai com o simples propósito de achar algo ou alguem
que tenha esse sorisso sincero, um abraço que diz, ' hey eu estou aqui quando
você precisar de qualquer coisa '
Eu ando na noite e vejo uma cidade cinza, não azul como a propria cor do céu
esperando o sol se por, não rosa como no mundo de todas as crianças que acreditam
no que lhes é posto na cabeça. Mas eu acredito que nesta cidade tão cinza exista o coelho
saltitante que traz meus ovos de pascoa.
E que fique claro que este texto é uma tremenda desordem. Oco, cinza, sem cor nem vida. Sem nenhum nexo, porque eu vivo em São Paulo, e meu coelho já saltitou para outro lugar,
e aqui ja nao é mais cinza, é um azul bem claro , esperando uma mancha de tinta maior
que o de cor .
sem maais ~~*
A Mariana é outra autora, porque não há dialogo com apenas uma pessoa,
muito menos motivação para escrever.
No matter what, make a difference ! ;)
sábado, 24 de maio de 2008
sobre meninas e sóis
Sobre aquelas meninas que fazem coisas erradas, sobre aqueles sóis que permitem que isso ocorra. Sobre sóis que não iluminam meninas, sobre meninas que apenas olham e mais nada.
Aquelas meninas na verdade buscam um só sol, aquele que a ilumine, por dentro por fora, no calor tão intenso e quase insuportável, mas que a esquenta como unico no mundo capaz de tal. Aqueles sóis que perseguem, e sabem quando, onde as meninas fazem aquilo, mas pobres sóis que não entendem o porque, e o como.
Sobre todas as coisas que eu sei, as meninas não querem nada mais que um unico sol, um sol particular e intenso, que as acompanhem na noite mais escura, porque assim, escuridão não existe, mágoa não existe, culpa não existe, nem o saudosismo de que, quero voltar, e voltar agora.
Sobre todas as coisas que eu sei, os sóis querem iluminar a todos, sem pensar em uma única menina, porque a lembrança do raio solar que transmitiu a outra no passado, não o deixa continuar, um grande erro. Pobre dos sóis que são tolos e não saem de trás das nuvens e nos ilumina. Os sóis? A sim, esses sortidos sóis, a quem deles, eu quero um unico. E aahh se esses sóis se enbasbacassem com esse simples e mediocre texto.
~* bad. sem mais.
' seria bom demaais, que bem me faz você (N) ' (8)
Aquelas meninas na verdade buscam um só sol, aquele que a ilumine, por dentro por fora, no calor tão intenso e quase insuportável, mas que a esquenta como unico no mundo capaz de tal. Aqueles sóis que perseguem, e sabem quando, onde as meninas fazem aquilo, mas pobres sóis que não entendem o porque, e o como.
Sobre todas as coisas que eu sei, as meninas não querem nada mais que um unico sol, um sol particular e intenso, que as acompanhem na noite mais escura, porque assim, escuridão não existe, mágoa não existe, culpa não existe, nem o saudosismo de que, quero voltar, e voltar agora.
Sobre todas as coisas que eu sei, os sóis querem iluminar a todos, sem pensar em uma única menina, porque a lembrança do raio solar que transmitiu a outra no passado, não o deixa continuar, um grande erro. Pobre dos sóis que são tolos e não saem de trás das nuvens e nos ilumina. Os sóis? A sim, esses sortidos sóis, a quem deles, eu quero um unico. E aahh se esses sóis se enbasbacassem com esse simples e mediocre texto.
~* bad. sem mais.
' seria bom demaais, que bem me faz você (N) ' (8)
quinta-feira, 22 de maio de 2008
' eu descobri ... '
que não quero mais nada dessa vida, a não ser sorrisos sinceros, abraços apertados, feitos bem sucedidos, esperanças concretas, sonhos incertos, casos e acasos, amores intermináveis, beijos saudáveis, amigos fiéis, shows inquietantes, roles memoráveis, lembranças de todas as saudades, sejam elas sofridas ou singelas, loucurs incauculáveis, copos incontáveis de café, o sentimento de alegria de um animal precisando de nós, um mundo melhor, e muito, mas muito amor e humildade.
E como alargar a oreha dói cara.
E como eu amo a Mari, a Lari e a May.
E o Di, o Dan e o Gu.
E minhas flores da manhã de inverno.
amizade e companherismo é isso meu chapa (Y)
' to me, you're strange and beautiful (8) '
E como alargar a oreha dói cara.
E como eu amo a Mari, a Lari e a May.
E o Di, o Dan e o Gu.
E minhas flores da manhã de inverno.
amizade e companherismo é isso meu chapa (Y)
' to me, you're strange and beautiful (8) '
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