Antes de mais nada, a Mari só posta aqui de final de semana, quando ela tem tempo suficiente e não tão precioso assim, pra escrever. Ao contrario de mim, que não tenho nenhum tempo precioso, todos os dias da semana, o final de semana tambem, e todos os feriados, atpe o fim do ano provavelmente. Depois vem a epoca da mudança e da distancia, e da cara nas folhas seguras em capa dura. Aí sim, a Mari toma conta disso aqui quando eu não estiver :D E eu sei que vao estar em boas mãos.
Definitivamente hoje eu vou escrever, e muuito. E creio profundamente que ninguem vai ler isto aqui porque são apenas letras embutidas na desordem de frases, orações e paragrafos mal feitos. Mas quem liga não é mesmo? Quem vai ligar pra um mundo de formas conhecidas para poucos que juntas formam uma boa leitura, ou uma pessima, julgue como quiser. Eu não leio comentarios, eu nao sigo pretensões alheias, e não vivo bisbilhotando o mundo único e onirico de cada um. Quem vai ligar para isso, se não ligam para o proprio individuo ao lado, que sendo o mesmo de sempre, se inibe buscando o bem geral e maior. Tolo individuo que quer ver o bem dos outro e não o seu, que é mais importante.
Atualmente eu moro na cidade do caos, cidade caotica, cidade sem ar, cidade onde ninguem respira, ninguem se olha, ninguem se ve, ninguem age como quer, ninguem ajuda, ninguem e ninguem mesmo tem compaixão. E não sou egoista de dizer que apenas essa pequena escritora aprendiz tem essa compaixão, porque antigamente, ela estava impregnada em mim.
Eu estou em um lugar onde todos olham, comentam, e julgam, mas nenhum desses observadores são capazes de ver o que se passa por entre o caos intenso e digno de loucura. Nenhum observador é capaz de sentir o passado como ele sempre vai ser. O reflexo do que já foi e pelo obvio que continua a ser.
Ninguem da a minima. São todos filhos dotados e frieza, e carater unico que se modificam a cada dia. São sorrisos secos, frses pontuadas desonestamente, atitudes nem um pouco comeventes. E o que faz acabar, é que ninguem percebe, todos estão presos na cegueira branca, vinda dos olhos que não querem, isso mesmo, não querem ver o que se passa em seus olhos. E eu me sinto a unica observadora. Mas em um mundo de cego, nesse contexto visto ate aqui, quem tem olho é um mísero ser diferente dos outros, e visto por assim dizer, por uma cegueira branca indiferente e infiel.
E sobre isso, eu não comento mais. Esse foi o ultimo da sociedade, dos que me cercam, da pequena cidade cinza que agora é branca coberta pela tinta branca. E que sja como nos livros. Que eles abram os olhos, mas não quando a loucura subir por entre ruas e casas abandonadas.
-- E tenho dito.
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